quarta-feira, 9 de maio de 2007

Economia

A Colômbia é o terceiro país mais rico da América do Sul, atrás apenas de Brasil e Argentina.
É também um dos países mais ricos em recursos naturais da América do Sul. Entre os principais produtos exportados figuram petróleo, carvão – com as maiores reservas da América Latina - café, cana-de-açúcar, ouro, esmeraldas – primeiro produtor mundial -, produtos químicos e têxteis e couro.
Porém, sua exportação mais significativa, apesar de ilegal, está ligada ao narcotráfico. O país é o primeiro produtor de maconha do continente, o principal processador de folhas de coca provenientes do Peru, Equador e Bolívia, e o primeiro exportador de cocaína para os Estados Unidos. A cifra dos negócios do narcotráfico está estimada em 6 bilhões de dólares ao ano, o que corresponde a 10% do PIB.
O setor agrícola tem produção diversificada, com culturas de café, cana-de-açúcar, banana, milho, tabaco, algodão, legumes, frutas e flores, com crescente exportação nos últimos anos.

A economia colombiana é fortemente baseada na agricultura, principalmente no cultivo do café, cacau, cana-de-açúcar, fumo e algodão. O Produto Interno Bruto aumentou durante os últimos 25 anos e, nesse período, o país não deixou de honrar suas dívidas externas.Desde que o governo pôs em vigor um programa de reformas, que abriu a economia ao exterior e aos investimentos estrangeiros, em 1990, o PIB cresceu, em média, 4% ao ano. Esse índice vem se mantendo ainda hoje, graças à expansão dos setores de construção e dos serviços financeiros. Porém, alguns investimentos se retraíram devido à falta de infra-estrutura nos transportes, escassez de energia e à violência desencadeada pelo tráfico de drogas e luta contra a guerrilha.Os investimentos no setor petrolífero são, atualmente, a principal fonte de entrada de recursos, desbancando até mesmo as exportações de café. No entanto, calcula-se que o ingresso de divisas por meio do tráfico de drogas supere ambos. O índice de pobreza ainda é elevado – atinge cerca de 40 % da população, apesar da expansão econômica das últimas décadas.

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